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Vida de Mamãe

Voltar ao trabalho após ter um filho – Berçário, vovó ou babá?

Enfim, você decidiu voltar ao trabalho após ter um filho. Eis a próxima questão: Com quem vou deixá-lo? Berçário, vovó ou babá?

O que é melhor: crescer com a avó que o ama, ter uma babá ou colocar em um berçário/escola na companhia de outras crianças e profissionais experientes?

Voltar ao trabalho após ter um filho é uma grande mudança na carreira (e na vida). É complicado equilibrar as necessidades do seu filho com muito menos sono do que você está acostumado, enquanto tenta ser a mesma funcionário que era antes de sair. E ter um bebê muda a maneira como você pensa e prioriza o seu dia e pode fazer você questionar o que pensava sobre a sua carreira.

Esta é uma decisão difícil. Aqui falaremos sobre alguns dos prós e contras de cada uma das opções para te ajudar tomar a primeira decisão importante para a educação de seu filho.

Voltar ao trabalho após ter um filho - Berçário, vovó ou babá?

Opção 1 – A babá

Os prós

  • A criança permanece no ambiente familiar e protegida dentro da nossa casa
  • Não é necessário acordar seu filho de manhã cedo para levá-lo à escolinha. Isso significa que ele pode dormir o quanto quiser e podemos evitar a correria matinal e o estresse da manhã.
  • A criança pode seguir a rotina da casa: comer, dormir, brincar nos horários que você definir.
  • A babá é (ou pelo menos deveria ser) completamente dedicada aos cuidados da criança. Ela pode ler, ensinar coisas, fazer várias atividades criativas e estimulantes.
  • Diminuição do risco de contrair doenças infecciosas devido a contato com outras crianças

Os contras

  • Escolher a babá certa para o nosso filho é uma decisão difícil e só nossa. Requer tempo, pesquisa, nosso instinto materno e pode ser um procedimento estressante.
  • Não importa quão boa seja a babá, ela é uma pessoa nova no meio de nossa família, e que passa tempo com nosso filho enquanto estamos fora. Isso pode nos fazer sentir ansiedade, dúvidas, ciúmes e até culpa.
  • A criança passa muitas horas com a babá (especialmente quando o tempo não permite sair para passear) e, portanto, carece dos estímulos que ajudarão no seu desenvolvimento; pode ficar entediada, reclamar, etc.
  • Ao contrário da escola, onde imprevistos são gerenciados por um grupo de profissionais, a babá está sozinha, o que significa que devemos ter uma solução de emergência pronta se ela ficar doente, se estiver presa no trânsito pela manhã, se precisar estar ausente por algum motivo, ou se ela apenas decidir nos deixar.

Dicas para uma melhor adaptação com a babá

Faça com que a criança conheça a babá da maneira mais tranquila possível. Não é indicado deixar a criança sozinha com ela no primeiro dia. Seu filho precisa de tempo para se acostumar e devemos ajudar com isso. Nos primeiros dias, fique junto com a babá e a criança para deixá-la segura e explique à criança (não importa a idade) que a babá está aqui para cuidar dela enquanto a mãe está no trabalho.

Opção 2 – O berçário/escola

Os prós

  • A criança aprende coisas novas sempre.  Além disso, gasta seu tempo de forma criativa, cultiva suas habilidades através de jogos, músicas, pinturas, etc.
  • A criança interage com outras crianças e desenvolve sua sociabilidade
  • A mãe confia no ambiente organizado da escola, onde há outros bebês além do dela
  • A escola tem regras que devem ser respeitadas e um programa que a criança deve seguir

Os contras

  • Disponibilidade de cumprir sempre os horários de entrada e saída da escolinha, antes de ir e voltar do trabalho, ou depender de alguém que faça isso por você
  • Especialmente no primeiro ano, quando entra em contato com tantas crianças, seu filho constantemente sofre várias infecções, o que significa que você deve estar preparado: procure já conseguir uma alternativa para os momentos em que está doente.
  • Durante as férias, em especial julho, dezembro e janeiro muitas escolas fecham. Também podem ocorrer períodos com emendas de feriados. Sendo assim, você precisa garantir uma alternativa para a criança.

Dicas para uma melhor adaptação na escolinha

  • Faça a adaptação do seu filho com calma e no tempo dele. Gradualmente ele deve passar algumas horas na escolinha e aumentar a estadia até a carga horária de tempo desejada
  • Devemos sempre tranquilizar nosso filho, explicando os motivos pelos quais estamos enviando-o para a escolinha. Por exemplo, diga: “Vou levá-lo para a escola e virei buscá-lo mais tarde. Na escola, você encontrará todos os seus amigos e professores”. Isso deve ser repetido todos os dias, precisamos conversar com a criança e dizer o que está explicar o que sobre o que vai acontecer, independentemente da idade.
  • Jamais saia desapercebida ou sem dar tchau. É importante que ele veja você saindo e saiba que você irá voltar.

Opção 3 – A vovó

Os prós

  • A criança fica com a avó, por isso temos certeza de que está com alguém que a ama e está disposta a cuidar da melhor maneira possível.
  • Esta opção é a mais econômica!
  • Nós podemos nos sentir seguras. A avó não apenas cuida do nosso filho, mas geralmente faz horas extras se precisarmos ficar mais tempo no escritório ou decidir tomar um café rápido depois do trabalho!

Os contras

  • Os avós tendem a estragar os netos. Portanto, é muito provável que a criança se comporte de forma diferente com os avós e com os pais.
  • As avós – geralmente – acham difícil dizer não a uma criança que implora por barras de chocolate, batatas fritas ou televisão! Se não concordarmos com tudo isso, é muito provável que tenhamos dificuldade em convencer a avó a cumprir. É necessário uma boa conversa para que não haja divergências.
  • As avós costumam ter uma certa idade, o que significa que elas podem não ser capazes de atender todas às necessidades da criança – como correr, brincar, pular. Pode ser que seja necessário passar o tempo dentro de casa sem muitas atividades
  • Explique à avó que existem limites para os desejos da criança e que isso é bom para todos – mas principalmente para a própria criança.

A decisão final

Qualquer que seja a opção que você escolher, é importante que seu filho tenha percebido que, além da mãe e do pai, existem outras pessoas em seu ambiente com as quais pode se sentir seguro.

Nossa própria contribuição como pais é significativa para que isso ocorra. Portanto, certifique-se de que seu filho entre em contato com outras crianças em parques, playgrounds etc.

Quando, desde os primeiros meses de sua vida, a criança socializa com pessoas, amigos e parentes, brincando, sendo segurado por eles, conversando, etc., começa a se familiarizar e, à medida que cresce, pode aceitar mais facilmente que passará algum tempo com outras pessoas, além de sua mãe e pai.

Assim, através desse processo de conhecer outras pessoas amorosas, nosso filho gradualmente desenvolve uma sensação de ser preparado para conhecer novos rostos.

E para você, qual a melhor escolha?

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